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“O Diabo Veste Prada” inspira reflexão sobre ascensão profissional e seguros

Nos filmes O Diabo Veste Prada, tanto no primeiro filme quanto na continuação, recém lançado nos cinemas brasileiros, a ascensão profissional é retratada como uma transformação quase instantânea, com cargos de prestígio, acesso a um novo padrão de vida e a sensação de estabilidade permanente. Mas, fora das telas, a realidade é diferente, já que o crescimento da renda muitas vezes não vem acompanhado da construção de proteção financeira. É nesse cenário que o papel dos seguros se torna ainda mais decisivo e estratégico para transformar a ascensão em estabilidade duradoura.

Simone Magalhães, proprietária da SMag Seguros e da Fênix do Seguro, explica que o erro mais comum de quem passa por essa ascensão não está apenas no consumo e na falta de planejamento. “É crescer sem proteção. A maioria vive um padrão de vida acima da renda, consome para aparentar ser, investe primeiro naquilo que é visível, como carro, viagens, status, mas negligencia aquilo que sustenta tudo isso: a segurança financeira diante do imprevisto”, afirma.

Para a especialista, o momento ideal para pensar em um seguro, seja ele de vida ou de proteção de vida, é antes de ascender socialmente. “A estrutura ainda não está sólida, a reserva muitas vezes ainda está sendo construída e a dependência da renda ativa é enorme. Esperar “organizar a vida” para depois se proteger é uma das maiores ilusões que existem, porque a vida não respeita esse tempo. O imprevisto não espera a estabilidade”, detalha ela.

O corretor de seguros adquire uma relevância ainda maior ao atuar como um consultor. De acordo com Simone, não se trata de chegar oferecendo um produto, mas de conduzir o cliente à consciência.

“Um cliente que passou por uma ascensão rápida precisa ser provocado a refletir sobre o próprio momento: perceber o quanto a vida mudou, o quanto ele construiu em pouco tempo e, principalmente, se a proteção dele acompanhou esse crescimento”, destaca.

Ao fazer as perguntas certas, o corretor faz o cliente enxergar o que precisa e, quando o cliente enxerga, a decisão deixa de ser empurrada e passa a ser assumida com responsabilidade.

Fonte: CQCS

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