Trânsito

Vem aí, a 13ª edição do movimento “Maio Amarelo”

Os números de vítimas de sinistros de trânsito seguem crescendo ano após ano. Acompanhamos os dados, nos deparamos com ocorrências todos os dias, mas muitas vezes não enxergamos o que realmente importa: as pessoas.

A rotina acelerada da vida moderna, marcada pela pressa, pelas distrações constantes e pelo foco excessivo em nós mesmos, tem fragilizado as relações humanas. Ainda que sem intenção, esse comportamento desatento e individualista acaba gerando consequências reais na vida e também no trânsito.

O trânsito, afinal, é um reflexo da forma como nos comportamos em sociedade. A maneira como nos relacionamos, respeitamos ou ignoramos o outro no dia a dia se reproduz nas ruas, avenidas e estradas.

Diante dessa realidade, o “Maio Amarelo 2026” propõe uma reflexão essencial: não basta apenas ver, é preciso enxergar.

Enxergar o outro em sua presença, em sua vulnerabilidade e em seu direito de chegar em segurança. Enxergar que, por trás de cada pessoa no trânsito seja pedestre, ciclista, motociclista ou motorista, existe uma vida, uma história e alguém que espera por ela.

Com o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, a campanha deste ano convida a sociedade a observar com mais atenção as relações humanas e as escolhas que fazemos todos os dias. Transformar a realidade do trânsito começa, antes de tudo, por reconhecer a presença do outro.

O Observatório Nacional de Segurança Viária anuncia o tema oficial da 13ª edição do Movimento Maio Amarelo: “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.” A campanha de 2026 chega em um momento em que o Brasil enfrenta um cenário crítico no trânsito, especialmente pela alta vulnerabilidade dos motociclistas, que hoje representam uma parcela crescente dos deslocamentos urbanos e das vítimas de sinistros.

Segundo o Observatório, a escolha do tema reflete uma necessidade urgente: tornar visível aquilo que grande parte dos condutores não enxerga no dia a dia. A campanha 2026 nasce exatamente desse desafio: mostrar que enxergar o outro, em especial aqueles mais vulneráveis, é um gesto simples, mas que salva vidas.

Fonte: Observatório Nacional de Segurança Viária

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