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Procura por seguro de viagem aumenta mais de 130%no Brasil

LUCIANNE CARNEIRO Agência O Globo, Rio de Janeiro
Escolher o destino, comprar a passagem aérea, decidir a hospedagem e arrumar as malas são algumas das principais providências que o viajante toma ao definir suas férias.
Para evitar que imprevistos indesejados acabem comprometendo financeiramente seu período de diversão, no entanto, outra tarefa não deve ser esquecida: garantir o seguro de viagem.
Diante do aumento do turismo no País, com a expansão da renda e da classe média, têm crescido a procura pelo produto. De janeiro a novembro do ano passado, os prêmios de seguro turístico (valor pago pelos segurados) chegaramaR$31,379milhões, o que representou uma alta de 131,2% frente aos R$ 13,573 milhões de igual período do ano anterior. Em 2009 como um todo, o montante chegou a R$ 15,423 milhões.
É claro que sempre desejamos o melhor para nossas viagens. Mas contratempos como uma doença ou uma bagagem extraviada podem ocorrer e o ideal é estar preparado.
O consumidor tem a opção de recorrer ao seguro do cartão de crédito – geralmente disponível apenas quando a passagem aérea foi comprada por este meio de pagamento – ou aos planos de assistência à viagem. Alguns planos de saúde tambémoferecemcoberturas para emergências médicas.
E as garantias estão cada vez mais diversificadas. Além das tradicionais coberturas para doenças ou acidentes e bagagemextraviada,háalternativas como assistência odontológica e farmacêutica, jurídica e para esportes de aventura.
Grandes empresas O potencial de expansão tem atraído novas empresas para o segmento. SulAmérica e Porto Seguro são duas gigantesdosetorqueentraramnestemercadonofimdoanopassado.
Bancos como Itaú Unibanco e Bradescotambémcomeçaram a atuar na área. Até recentemente, apenas companhias especializadas em assistência ao viajante exploravam este nicho, como AssistCard, MIC, Travel Ace e Mondial Assistance.
“O consumidor temque ficar atento ao formato do produto contratado.Há casosem que o viajante precisa arcar com os gastos e só depois recebe o reembolso. Na assistência, as despesas são inteiramente cobertas pela companhia, até o valor limite do contrato “, explica o presidente da Associação Brasileira de Cartões de Assistência (ABCA), Ricardo Roman.
Por causa das diferenças entre as alternativas de segurodisponíveis, oviajantedeve ficar muito atento na hora de ler os contratos e verificar quais as condições e exceções para que não fique namãona hora da emergência. “As pessoas devem ler seus certificados do seguro comatenção e entender o que precisam fazer para acionar a empresa numa eventual necessidade”, destaca Claudia Queiroz, da Chubb Seguros.

Fonte: Escola Nacional de Seguros

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