Ministérios articulam ações pelo fim da violência contra as mulheres
Os ministérios das Mulheres e da Cultura estão alinhando uma campanha nacional pelo fim da violência contra as mulheres. A iniciativa, que será veiculada ao longo do ano, terá início no Carnaval e busca mobilizar a sociedade para a prevenção, o enfrentamento e a promoção de uma cultura de respeito e proteção às mulheres.
Segundo a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a articulação aposta no poder da cultura para sensibilizar, engajar e transformar comportamentos. “A cultura é a alma de uma sociedade. Por isso, temos certeza de que nós só vamos enfrentar esse desafio de eliminar qualquer tipo de violência contra as mulheres se formos capazes de nos unir, de mobilizarmos a todos. A violência contra as mulheres é uma questão da sociedade, não de um governo. Por isso, nós fazemos e vamos fazer esse apelo para que, no Carnaval, e além dele, tenhamos campanhas, slogans, que falem que as mulheres merecem dignidade, respeito, proteção, atenção e valorização”, salientou.
Já a ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou a importância da união entre as pastas para ampliar o alcance da mensagem. “Hoje nos encontramos para falar dessa campanha que será veiculada durante o ano, com início no carnaval, sobre a violência contra as mulheres. É muito importante unirmos forças para entregarmos essa ação tão importante em defesa da vida das mulheres brasileiras”, afirmou.
As ministras também dialogaram sobre a importância de envolver os Pontos de Cultura, que possuem capilaridade nacional e atuação direta nos territórios, como estratégia para levar a campanha a comunidades urbanas e rurais, ampliando o diálogo com diferentes públicos e fortalecendo ações de prevenção e conscientização em todo o país.
Ações integradas e agenda de março
Durante a reunião, a ministra das Mulheres destacou ainda a possibilidade de colaboração entre as pastas em iniciativas referentes ao Dia Internacional das Mulheres, celebrado em 8 de março, com foco em ampliar debates e visibilidade para temas estratégicos. “Nós queremos marcar o mês como um período de discussões, debates e projeções com a participação de mulheres de todas as áreas”, comentou Márcia Lopes.
Fonte: Gov.br
