Resseguro

IRB(Re) inaugura centro de estudos de risco e resiliência

A união entre ciência aplicada, inteligência e conhecimento de mercado ganhou um novo capítulo com a inauguração do Centro Brasileiro de Estudos de Risco e Resiliência (CBERR), iniciativa do IRB(Re). O lançamento foi realizado no Maravalley, polo de inovação e tecnologia do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, onde o CBERR está localizado.

“Por tudo o que esse centro pode oferecer à companhia e ao país, ele representa perenidade. O mundo mudou, os riscos mudaram. O IRB(Re) sempre foi a espinha dorsal da inteligência brasileira da indústria do seguro e o que vemos aqui hoje é a inteligência reunida: academia, executivos, parceiros”, destacou o presidente do Conselho de Administração do IRB(Re), Mauricio Quintella.

O CEO do IRB(Re), Marcos Falcão, citou o propósito da companhia, que é “ser protagonista na proteção do futuro da sociedade” como grande motivador. “Nosso propósito parece pretensioso, mas o objetivo dessa frase é ser motivacional. Para proteger o futuro da sociedade, você tem que entender os riscos e desenvolver talentos. E aqui tem muita gente, nossos parceiros, querendo participar da solução”, afirmou.

A diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade, Eduarda de La Rocque, reforçou que a proteção da sociedade deve ser feita de forma colaborativa. “Essa inauguração é um chamado para todos vocês participarem junto conosco dessa missão de reduzir o gap de proteção do país, que é um dos maiores do mundo. Entendemos no IRB(Re) o seguro como o melhor instrumento de proteção do PIB e é isso que queremos mostrar para a sociedade”, disse.

“O IRB(Re) entende profundamente a necessidade de colocar conhecimento na indústria de seguro”, afirmou o diretor técnico do Centro, Reinaldo Marques, responsável pelo IRB(P&D), área do IRB(Re) dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento. “Estamos dando um passo importante, reforçando o papel do IRB(Re) como o grande elo dessa cadeia de transferência de risco no Brasil. Estamos extremamente abertos para a cooperação para que possamos ter mais famílias, mais empresas, mais governos protegidos”.

Fonte: Revista Apólice

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