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Alagamento, chuva e desmoronamento causam polêmica no seguro residencial

Mais de 90 mortos, na última semana, no Grande Recife; mais de 230 mortos em fevereiro em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro e mais de 20 mortos em janeiro na Bahia.

Todas essas tragédias têm algo em comum: focam causadas por fortes chuvas. As informações são do Infomoney. Há também as perdas econômicas oriundas dessas tragédias: famílias têm suas casas serem engolidas por deslizamentos de terra e pequenos comerciantes veem o trabalho de uma vida toda ser levado por uma enxurrada.

Em meio a tantos eventos extremos, muitos podem se perguntar: qual é a melhor forma de proteger o patrimônio?

De acordo com Manes Erlichman, vice-presidente e diretor técnico da Minuto Seguros: “Alagamento, chuva e desmoronamento são itens polêmicos no seguro residencial”.

Erlichman alerta para uma outra questão: a seguradora pode se recusar a oferecer um seguro residencial com cláusula para alagamento em uma área que sofre recorrentemente com o problema (ou com a proteção contra desmoronamento caso você more perto de uma área de risco).

Maior seguradora do segmento residencial no Brasil, a Porto é uma das companhias do mercado que oferece cobertura para desmoronamento.

Jarbas Medeiros, diretor-executivo de Ramos Elementares da empresa, diz que esse tipo de desastre é muito localizado em áreas onde a penetração de seguros é baixa.

Ainda segundo o portal, a proteção contra alagamentos a seguradora passou a oferecer há pouco mais de um ano, e as chuvas do começo deste ano já afetaram o resultado da empresa.

Jarbas Medeiros, diretor-executivo de Ramos Elementares da empresa, explica que a empresa olha um histórico grande de eventos climáticos e projeta uma tendência do que deve acontecer no futuro para precificar o preço do seguro — e que, se o risco aumentar, isso é repassado para o preço. “E nossos preços são regionalizados, então onde ocorre mais [eventos climáticos] cobramos mais. Se isso acontecer ainda mais, vamos repassar mais na politica de preços.”  

Fonte: NULL

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