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Cresce a competição em grandes riscos

A visão de futuro do mercado segurador brasileiro de grandes riscos apresenta uma mistura de otimismo com uma certa dose de inquietude, descreve o Valor. O clima positivo é embalado pelo crescente avanço das grandes obras de infra-estrutura, como, por exemplo, os recentes leilões para novas áreas de concessão de rodovias no país. Já a inquietude que atinge uma parte do mercado está relacionada ao fim do monopólio do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). Nosso posicionamento interno não muda muito porque a área de infra-estrutura tem sido nosso principal foco nos últimos anos, observa Luis Antônio Naganime, superintendente de riscos industriais do Unibanco AIG. Planejamos crescer 20% este ano, embora exista uma incógnita muito grande sobre como as mudanças das regras que regem o mercado vão impactar os negócios. O Unibanco AIG é a principal seguradora brasileira do segmento de grandes riscos, com 583 milhões de reais em apólices emitidas, de janeiro a julho deste ano. Em relação ao avanço das grandes obras de infra-estrutura incentivadas pelo PAC, a Bradesco Seguro e Previdência não quer esperar muito. Conhecendo os vencedores das privatizações que aconteceram em sete lotes de rodovias federais, vamos partir, num primeiro momento, para uma ação junto aos consórcios escolhidos, oferecendo o seguro de riscos de engenharia e de responsabilidade civil; depois, quando as obras já estiverem em andamento, oferecemos o seguro de riscos nomeáveis, resume Antônio Gonzalez, superintendente executivo da Bradesco.

Fonte: Valor

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