Mercado freduz para 5,16% estimativa de inflação
O mercado financeiro reduziu sua estimativa média para a inflação em 2026, passando de 5,30% para 5,16%.
A expectativa faz parte do “Boletim Focus”, divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.
Os economistas também mantiveram a projeção de 14% em relação à taxa básica de juros, a Selic.
Para 2026, a estimativa de inflação recuou de 5,30% para 5,16%;
Para 2027, a expectativa avançou de 4,18% para 4,20%;
Para 2028, a previsão se manteve em 3,70%;
Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.
Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.
Corte dos juros
Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continua projetando queda dos juros.
Atualmente, a taxa está em 14,25% ao ano — após três cortes neste ano.
A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026, porém, se manteve em 14% ao ano;
Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 12% ao ano.
Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas subiu para 10,50% ao ano.
Atividade econômica
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado se manteve em 1,99%.
O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.
Para 2027, a projeção de crescimento do PIB baixou para 1,65%.
Taxa de câmbio
O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano em R$ 5,20 por dólar.
Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos permaneceu em R$ 5,28 por dólar.
Fonte: G1
