Economia

Ministros e parlamentares receberão pautas do setor terciário

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reúne autoridades, em Brasília, para discutir o futuro econômico do Brasil, no dia 25 de março.

Além da entrega da Agenda Institucional do Sistema Comércio 2026, que detalha as pautas necessárias para um ambiente de negócios mais seguro e estável, a semana será marcada por homenagens ao legado social do Sistema CNC-Sesc-Senac e pelo fortalecimento do empreendedorismo feminino.

É a quinta edição do evento que aproxima os setores representados pelo Sistema nos Poderes Executivo e Legislativo.

Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, a capilaridade e o peso do setor terciário se beneficiam com eventos como a Agenda Institucional para levar as pautas pertinentes ao governo federal e ao Legislativo. “Estamos em cada município deste país, ouvindo do pequeno comerciante ao grande empresário de serviços. Nosso papel é colaborar para que as políticas públicas considerem as necessidades econômicas e jurídicas dos setores que sustentam o desenvolvimento financeiro e social do País. Queremos um Brasil de crescimento equilibrado e linear, onde a colaboração entre o setor produtivo e o Estado resulte em um ambiente de negócios que estimule o investimento e, consequentemente, o bem-estar de toda a sociedade”, afirma Tadros.

Protagonismo feminino

Ainda no dia 25, em celebração à representatividade do Mês das Mulheres, a Câmara Brasileira de Mulheres Empreendedoras do Comércio (CBMEC) da CNC se reúne em Brasília.

O encontro debaterá o avanço da liderança feminina no setor que mais emprega mulheres no País, focando políticas que fomentem o crédito para empreendedoras e a redução de barreiras burocráticas para novos negócios liderados por mulheres.

A conclusão da semana ocorre na tarde do dia 25, com a entrega oficial da Agenda Institucional a representantes do Congresso e do governo federal. O documento reitera o posicionamento da CNC contra a redução da jornada de trabalho por via constitucional, defende a neutralidade da reforma tributária e pede urgência na reforma administrativa para garantir a previsibilidade necessária ao investimento privado.

Fonte: CNC

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