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Momento se reflete no câmbio

Na volta do Carnaval, alguns movimentos coincidiram e bateram direto no dólar.

Lá fora, a certeza de que a economia global está desacelerando além da conta e antes da hora trouxe os negócios e as expectativas para patamares mais realistas.

No Brasil, as primeiras dificuldades políticas que cercam a reforma da Previdência ganharam volume, amplificadas por passos em falso dados nas redes sociais pelo próprio presidente Jair Bolsonaro.

Tudo isso somado resultou em um salto diário da cotação da moeda americana que não só destoa do padrão, como inflama o debate especulativo que tenta adivinhar piso e teto para o câmbio.

Ao fechar aos R$ 3,83 – maior valorização desde 28 de dezembro de 2018 – muita gente agora aposta que a barreira dos R$ 4 está mais próxima de ser rompida.

Essas mesmas correntes refazem os cálculos, projetando sobre o primeiro semestre de 2019 uma carga de oscilações maior do que a que o mercado estava precificando até então.

Fonte: FSB inteligência

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